
Deitada em seu sofá de sonhos
a serem realizados
junto ao conformismo dos sentidos
que escolheu
ela está.
Ainda usando seu vestido curto,
das cores que sempre lhe caem bem,
fumando aquele cigarro barato
que adora e que lhe parece muito mais agradável
por ninguém gostar.
Bebendo suas cervejas baratas
que não te importam,
só vale mesmo o efeito,
que cada dia demora um pouco mais
pra chegar.
Ouvindo velhas canções
que te fazem lembrar um passado
cada vez mais próximo
a cada gole amargo,
a cada nota.
Deitada, olha para o vazio,
não aquele vazio passageiro,
o vazio interno que lhe segue
como de costume.
E olha para si
e pra todo o gigante que encontra
definhando e sorri.
Em todos os seus sonhos,
conformismo e destino se misturam,
ficando em paz e sorrisos,
com seus medos guardados,
seus anseios deixados de lado
e sua beleza passageira.
Se encontrando
no lugar vazio a mesa,
na lágrima que nem sente em derramar.
Olhando para todo o gigante a definhar
e sorrindo para desistência
dos tolos.
És auto-suficiente.
(Thiago Pacheco)
a serem realizados
junto ao conformismo dos sentidos
que escolheu
ela está.
Ainda usando seu vestido curto,
das cores que sempre lhe caem bem,
fumando aquele cigarro barato
que adora e que lhe parece muito mais agradável
por ninguém gostar.
Bebendo suas cervejas baratas
que não te importam,
só vale mesmo o efeito,
que cada dia demora um pouco mais
pra chegar.
Ouvindo velhas canções
que te fazem lembrar um passado
cada vez mais próximo
a cada gole amargo,
a cada nota.
Deitada, olha para o vazio,
não aquele vazio passageiro,
o vazio interno que lhe segue
como de costume.
E olha para si
e pra todo o gigante que encontra
definhando e sorri.
Em todos os seus sonhos,
conformismo e destino se misturam,
ficando em paz e sorrisos,
com seus medos guardados,
seus anseios deixados de lado
e sua beleza passageira.
Se encontrando
no lugar vazio a mesa,
na lágrima que nem sente em derramar.
Olhando para todo o gigante a definhar
e sorrindo para desistência
dos tolos.
És auto-suficiente.
(Thiago Pacheco)